Entrevista – Vanessa da Mata

Marcada com uma semana de antecedência pela gravadora, parecia que uma má sorte de eventos cancelaria a conversa com Vanessa da Mata. Tensão resolvida após longos minutos, com a assessora avisando que ela falaria do próprio celular. E pela quantidade de barulho do vento, ainda devia estar na rua enquanto falava. No terceiro disco, parece que pressões desse tipo – essas agendas costumam ter 10 a 15 entrevistas por dia – já são um lado mais fácil de seu trabalho.
“Eu deixo a pressão chegar a mim, eu funciono bem com ela”, comenta, sempre entre sorrisos. “Mas ela não é bem-vinda, depois de Ai, Ai Ai, eu liguei um nem ai para quem vinha perguntar quando viria o próximo sucesso”, explica. Botão que ela não aperta para si mesma. “Pressão minha sempre tem, quero fazer um negócio que me orgulhe, mas ai já é algo que eu lido melhor”, comenta e compara “Muita gente faz autopressão e não sai do lugar”.
Vanessa não se preocupa também em confessar logo as novas referências. “Eu já tinha idéia de fazer um disco de reggae, algo que tivesse o som do norte do Brasil, brinquei também com o carimbó e outros ritmos”, enumera. O convidado que dá peso ao disco, ela explica, foi idéia de seu produtor. “O Mário Caldato mostrou a canção para o Ben Harper em Los Angeles e ele adorou”. Caldato já produziu os Beastie Boys, Bebel Gilberto, Beck e se prepara agora para pôr as mãos no próximo disco da Nação Zumbi.
Pressão minha sempre tem, quero fazer um negócio que me orgulhe
“Os outros convidados foram todos ótimas coincidências”, explica. “Encontrei o Pupilo por acaso no Rio de Janeiro, conversamos, parecido como foi com Catatau, que já estava no disco anterior. O trabalho deles é muito estiloso, era algo que eu queria no disco”. Tantos bons acasos, quando se está numa grande gravadora, costuma ser duvidoso. Um outro personagem desse disco é o jornalista Bruno Natal, que gravou imagens que farão um DVD a ser lançado em breve. “Conhecia o trabalho dele pelo Chico Buarque, gostei porque o que ele faz não é piegas”.
O vídeo será todo concentrado no estúdio. “É uma coisa natural para mostrar como é lá dentro, o trabalho de estúdio é bem árduo”, explica Vanessa. E desses dois lados do artista, ela confessa também que prefere o outro. “O estúdio para mim é muito frio, tenho necessidade de sair dele, prefiro estar na estrada”. A próxima estrada, por sinal, será bem longa. O show de Sim estréia primeiro em Nova Iorque, depois em Portugal.
Parabéms pela ótima entrevista com este fenômeno da música brasileira, “realmete brasileira”, Vanessa é o melhor que temos no momento, e ela só está no começo. Ainda vai se tornar ainda maior!
Seja o sol Vanessa, brile para todos nós que te adoramos!
Aliandre Martins
Barra Mansa/RJ.
aliandre@oi.com.br
Olá sou Camila,produtora do programa ESTILO EMPRESARIAL, transmitido pela Rede Brasil, canal, 45, 59 UHF ou 14 VIVAX.
A Vanessa vai estar aqui por São Paulo né, nos dias 31 de agosto à 02 de setembro.
Então gostaríamos de realizar uma entrevista com essa estrela da MPB.
Bom fico no aguardo da resposta.
Obrigada.
Contatos: 4427-9535
8295-3445
E-mail: camilalessa@arkham.com.br
Olá Vanessa, vc é demais! Se o prato da bateria da paróquia te fêz tremer um dia, imagine daqui para frente, o mundo só tem a ganhar com tamanha sensibilidade! Não permita que esmague isto, não perca sua naturalidade de ser. Sua voz é um verdadeiro instrumento que o artífice é Deus, ninguém tasca, use-a
pra nos fazer tremer tb, é assim mesmo, trememos qdo ouvimos. ( Obs.: Qto a questão de Araguari, sou mineira e tenho uma vida no meio dos mineiros, sinceramente… os mineiros precisam corrigir a pronúncia, é horrível mesmo). bjs e bjs Lígia
eu amo a Vanessa
simplesmente, vanessa é a melhor mesmo
nunca gostei de mpb, mais a vanessa com suas músicas adultas e belissimas abriu minha mente para enchergar o que ha de bom no Brasil…
vanessa todo sucesso o mundo
te amo!
OI,Vanessa vc é fantastica, parabéns pelo seu trabalhor. seja sempre assim umilde…
fui ao seu show,ontem em Petrolina.foi otimo! Bjs…