Alegre, despretensioso e de enlouquecer « Pop up!

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A incrível Orquestra Contemporânea de Olinda fez esse fim de semana sua estréia em palcos norte-americanos. O primeiro show foi na Big Apple e quem foi conferir de perto foi o New York Times, que fez uma cobertura bem generosa da noite sob o título de “rock band and traditional brass, marching from Brazil to Broadway”. O texto começa, como era de se esperar, lembrando que Pernambuco é aquela terra onde, na década de 90, Chico Science e Nação Zumbi conseguiu ecoar até o além-mar e conquistar ouvidos norte-americanos.

Segue dizendo que, com a mudança do perfil de selos como o Sony Latin, agora é bem mais complicado conhecer os sons das sempre efervescentes Recife e Olinda. E termina dizendo que a banda, no final da apresentação, fez uma marcha de frevo pelo público e o arrastou para as ruas, terminando o show fazendo Carnaval em Nova York.

A new and encouraging sign, though, comes from Orquestra Contemporânea de Olinda, which played its first American gig on Thursday at Lincoln Center’s Rubinstein Atrium. It’s a contemporary rock band collided with a traditional brass band, with drum rhythms leavening the mixture. It’s joyous and unpretentious and it gets over like crazy.

Olinda, just outside of Recife, has busy local artisans and an intense, small-scale carnival tradition; it’s obsessed with folklore as living tradition. The ten-piece Orquestra furthers that relationship between very old and very new. The guitarist Juliano Holanda, with his fuzzed-out Fender Telecaster, and the singer and percussionist Tiné, with his notched stick and scraper, were both doing the same thing: scratching out percussive sounds. Likewise the tubaist Alex Santana and the electric bassist Hugo Gila, bumping out the low end. Likewise the conga and military-drum percussionist Gilú and the trap-set drummer Rapha B, making the music swing, slow and fast.

Aqui tem o texto completo, com direito a foto do público dançando no Lincoln Center.

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