Page 67 — Pop up!

  • Já pensou como deve ser um dj set do Morrissey? Na próxima sexta-feira, 29, ele vai apresentar e fazer a programação do Morning Becomes Ecletic, programa que vai ao ar na KCRW, nos Estados Unidos. Geralmente, quem é convidado do programa também costuma fazer uma apresentação ao vivo no estúdio, mas Morrissey disse que só queria mesmo bater um papo com o público.

    O programa já está gravado e vai ter músicas de Buzzcocks, The Courtneeners, Noël Coward e Sparks. Vai ficar disponível para audição lá no site da KCRW também. Mas fico pensando até onde isso é algo perigoso. Tenho medo de descobrir que um cara feito Morrissey tenha um gosto musical que eu deteste, até porque meu pedestal tá ficando vazio na seção de idolatrias.

    Em tempo… a KCRW é uma rádio que funciona no campus do Santa Monica College. Imagina o Morrissey chegando na sua faculdade para gravar um programa de rádio com os alunos?

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  • E o pessoal da Rolling Stone entrou em contato, logo após o post com a capa da revista abaixo, para avisar que ela não vai mudar de formato como informou o BlueBus. A mudança acontecerá só na edição norte-americana, mas o conselho editorial da Spring decidiu manter o tamanho avantajado da revista no Brasil. O que eu acho ótimo, mesmo sabendo que muita gente não gosta.

    Enquanto isso, sigo com minha campanha pelo Gabriel Thomaz na capa da revista 🙂

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  • Além do que entrou no post abaixo e o clipe do Cascadura, que ficou um tempão aqui na coluna lateral do blog, a Mostra também selecionou Vidinha, de Ronei Jorge, que já tinha postado aqui. Esses são outros que chamaram atenção.

    A começar pelo Capitão Cometo:

    O Centro do Universo, do Cascadura, acabou me agrando ainda mais que o clipe em animação. E me fez entender um pouco mais porque o Bogary foi tão elogiado na época do lançamento. O refrão dessa música gruda que é difícil de sair…

    Nunca fui muito fã da Matiz. Mas a banda ganhou pontos com o clipe de Dueto. Um dos melhores que vi na mostra.

    E a banda Margot, que eu nunca nem tinha ouvido falar, tinha o melhor clipe de todos. Dirigido por Rodrigo Sarti Werthein. Parecia até história minha. Ou que queria que fosse minha. Nessas horas sempre fico mais confuso.

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  • Eu sei que é meio esquisito como eu passei a gostar tanto de Salvador nos últimos cinco ou quatro anos. Mas depois depois da viagem entre quinta e domingo, quando fui mais uma vez na cidade, acho que eu consigo já ter motivos mais concretos além das pregações diárias de Luciano. Essa foi, de longe, a melhor visita que fiz a Bahia – e isso inclui o dia que pulei bêbado na piscina com o Blackberry no bolso. Começo pela oportunidade conhecer melhor pessoas que, até então só tinha tido contato mais breve. De Gabi, que me hospedou, a Messias, com quem até então sempre só trocava alguns oi. Engraçado que a sensação de ser bem recebido na cidade partiu de Jan, que ao me ver já mandou um “tem nem graça mais, parece até que você já mora aqui”.

    Fui para a Mostra de Videoclipes (a IV, e não a VI como escrevi outra vez). É engraçado comparar como a produção lá é bem maior – mas muito maior – que a de Recife, que muitas vezes se resume a projetos experimentias de conclusão de curso de comunicação. Ter um representante ativo da MTV na cidade deve fazer diferença. E dos clipes selecionados – teve inscrição até de um fan-clipe do Chiclete com Banana! – teve algumas pérolas e outros que até me fizeram gostar mais de bandas que não curtia tanto assim.

    Esse aqui foi o mais gênial:

    (repare, aos exatos um minuto, a cara de alegria do sujeito falando com a “véia mamãe” que vai ouvir MP3)

    A cidade estava muito mais movimentada que o comum. Teve palestra com o diretor artístico do South by Southwest (que vai virar post depois), festa Nave, show do Lucy and the Popsonics, além do show da Banda de Rock. Uma espécie de Orquestra Manguefônica baiana, com figuras como Ronei Jorge cantando clássicos de rock soteropolitano. Nisso tudo, ainda tive oportunidade de reencontrar com Big, Rex, Luciano e Jan, o pessoal do Cascadura, além dos amigos menos famosos, mas não menos ilustres. 🙂

    Consegui reencontrar com Fernanda & Pil pela primeira vez desde que eles voltaram dos EUA. E o show deles, que já foi até um pouco desajeitado num Mada agora distante, cresceu um monte. Ficou ainda melhor do que eles fizeram no Rec Beat desse ano. Parece que eles passaram por um intensivo na terra do rock. Só perdi o Coletivo Über Glam, que abriu a noite. Quero ver eles ao vivo desde que me passaram o link do MySpace pela primeira vez.

    Mas parece que não vai faltar oportunidade. Com os motivos reforçados, acho que vou acabar voltando lá em menos de um mês.

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  • Foi uma pena enorme eu não poder ter ido ao Mada esse ano. Cheguei a ser convidado até para uma das mesas que abriu o evento na quarta-feira. Pena principalmente porque a grande – grande mesmo – parte das pessoas que chegam aqui no blog estavam procurando pelo festival no Google. Mas estive na Mostra Baiana de Videoclipes, da qual falo mais e com mais detalhes no próximo post.

    Deu uma sondada geral com quem esteve por lá e as respostas não foram muito animadoras. Falaram das chuvas, do público que se aglomerava mais perto das atrações finais. Coisa normal, que tem em todo festival. Não sei se é canseira do segundo semestre, mas fui pesquisar com o próprio público e tive uma outra resposta, muito mais positiva. Quer saber? Dá uma olhada no Flickr e no Youtube, que tá transbordando de cenas como essa ai acima, do Motosierra, que peguei no flickr da Debora Ramos.

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