Morno
Nevilton é, sem dúvida, o maior hit-maker de toda essa geração da música independente brasileira. Cada uma de suas músicas é perigosamente viciante e traz algo de incrivelmente necessário para essa cena de festivais, coletivos e muito bate-boca: ótimas canções. “Morno”, o clipe acima, foi lançado para celebrar o dia do Rock. Tem cena da passagem deles pelo Nordeste, no Abril Pro Rock, Espaço Mundo (JP) e Maceió. Escuta ai e confirma a teoria!
Annnn… pois é, Bruno, meu conceito de hit é diferente. Essa música é meu primeiro contato com o Nevilton, mas, fora o riff, acho que falta um refrão mais chicletoso e uma mixagem com os backings mais altos, pra poder se tornar um hit de verdade. Acho que ser indie não precisa significar “evitar o sucesso”. Será que todo indie quer permanecer obscuro? Acho que não. O Rômulo Fróes resvalou nessa questão, naquela entrevista pro Scream & Yell, e me pareceu ter ficado incomodado com o assunto (ainda mais o Rômulo, um compositor anti-fórmulas). Mas fica o ponto: ser indie significa evitar as fórmulas musicais anteriores? Ou apenas escolher fórmulas menos “chicletudas”, redondinhas?