Page 40 — Pop up!

  • O vídeo acima é um gostinho do que aconteceu até agora, de 2008 para cá, nos festivais de música independente em todo o Brasil. Não sei se é por ter presenciado boa parte desses momentos, mas a seleção de imagens – bem generosa com o Nordeste – é simplesmente de arrepiar. Obra do Beto, figura da Trama Virtual que tive a oportunidade de conhecer e trocar idéias em vários desses shows Brasil afora. São trechos do Goiânia Noise, Bananada, Calango, Abril Pro Rock, Recbeat, DoSol, Mada, Ponto CE e PMW, entre outros, com momentos de entrevistas e apresentações das bandas.

    Em um determinado momento, Daniel Groove, da banda O Sonso, de Fortaleza, comenta que parece que finalmente está se formando uma cena no país. Mas na verdade, para pelo menos um bom grupo de pessoas, essa cena já se formou. Penso nos diversos amigos que fiz nesses shows e como acabamos nos encontrando várias vezes ao longo do ano, dividindo vans e ônibus entre cidades, sempre atrás de mais um show. Acho que já atingimos a melhor forma desse modelo. Agora é só crescer cada vez mais!

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    Leo Salazar, produtor do Recife que já trabalhou com as bandas Eddie, Mula Manca e a Triste (e depois Fabulosa) Figura e Devotos, entre outras, terminou recentemente sua especialização em gestão de negócios. E, claro, focou seu trabalho final na área da música. Além das bandas, ele já fez parte da equipe de produção de vários festivais – e até já me expulsou de camarim de banda durante um Festival de Inverno, quando eu tava lá dentro roubando cerveja 😛 – por isso, juntou a experiência dessas duas esferas de produção com o material teórico do curso.

    O resultado é Música Ltda, que ele agora disponibiliza para download. O trabalho trata o negócio da música a partir do ponto de vista de que a banda pode se comportar como uma pequena empresa. Não por acaso, um modelo que tem funcionado com todos os principais nomes do cenário independente hoje – o Móveis Coloniais de Acaju, o Macaco Bong e até o Lucy and the Popsonics. Eu comecei a ler já e to achando bem interessante.

    O índice é gigantesco, por isso não faria muito sentido colar aqui. Mas o trabalho dele se divide nos capítulos 1- O Negócio da música, 2- Empreendedorismo, 3- Finanças, 4- Marketing e, no final, apresenta um Plano de Negócio. É leitura fundamental para quem tem banda ou quer trabalhar com música. O link para download segue logo abaixo:

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  • Essa eu deixei passar batido, totalmente, com a correria que foi o começo de Abril. A Nuda, depois de mais algumas turnês pelo centro-oeste e sudeste, também passou por São Paulo e foram parar no estúdio da Trama. Eles participaram do quadro “10 horas no estúdio” no programa Radiola. O resultado foi a inédita Maruimstad. Mais acelerada que o normal da banda e brincando ainda mais com os timbres agudos. Vicia num instante.

    Com a música, a Nuda avança umas cinco casas no tabuleiro em busca do que seria a estética do indie rock brasileiro. Uma mistura do que vem lá de fora com algo criado aqui dentro. Enfase no “criado”, porque vale lembrar que eles não estão no clichê de “jogar outros gêneros no caldeirão”, mas sim trazendo algo que consegue passar fácil por novo e curioso. Quem curtiu, pode também baixar a faixa.

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  • Os bigodudos do Black Drawing Chalks – que até hoje tão me devendo uma entrevista que mandei e, mesmo depois da gente passar três horas enfurnado num ônibus de Brasília até Goiânia, eles ainda não responderam – transformam em dois videoclipes o registro da turnê que fizeram recentemente no Canadá. O primeiro, embalado pela música Free From Desire mostra imagens de pubs onde tocaram, fotos e trechos de passeios que fizeram por lá, visitando diversas McDonalds e estúdios de tatuagem.

    O segundo clipe é com a música Precious Stone. Segue a mesma linha, mas é mais recheado de imagens do cotidiano da banda, os hoteis apertados e as brincadeiras na rua. Entre as imagens impagáveis está Fabrício Nobre, manager da banda e vocalista do MQN, desfilando de sobretudo nas ruas de Toronto.

    Quem dá a dica é o Higor, principal fonte de notícias do rock que vem do cerrado brasileiro. E, vale lembrar, dá para comprar o discaço do Black Drawing Chalks clicando na capa gigante que tem aqui na barra lateral.

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    A Invasão Sueca já tem suas datas e atração para o primeiro semestre desse ano. Jens Lekman, que passou quase desconhecido no Brasil pela primeira vez e saiu daqui cheio de novos fãs agora volta com as música do disco Nights Fall Over Kortedala, que ainda não foi lançado por aqui. A turnê dele, na verdade, é na América Latina e Lekman ainda tem shows agendados no Chile e na Argentina. Por aqui, ele toca em Porto Alegre, São Paulo, Recife e Curitiba.

    Esse é um dos primeiros “esquentes” para a edição deste ano do festival Coquetel Molotov, já que é a produtora do Recife que promove a invasão, que deve ter uma segunda etapa durante o evento no fim do ano. Por enquanto, os shows com Jens Lekman serão dia 13 de junho em São Paulo, 14 em Porto Alegre, 16 no Recife e 17 em Curitiba.

    Para quem ainda não conhece Jens Lekman, fica ai uma versão para A Higher Power, uma das minhas favoritas:

    Jens Lekman – A Higher Power

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