Podcast 7 – Rrrrock! « Pop up!

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Tracklist:

1. Every move a Picture – Chemical Burn 2. Rockz – Essa Mulher 3. The Subways – Oh Yeah 4. Sweet Fanny Adams – Pretending 5. Dirty Pretty Things – Gin and Milk 6. Os Bonnies – Não toque na minha bêibe 7. The Maccabees – About Your Dress

8. The Fratellis – Flathead

Fazia tempo que estava devendo um podcast por aqui. E devia mais ainda umas bandas que queria apresentar. A primeira de todas, Every Move a Picture. Eles são de São Francisco e se deram bem com apenas três músicas. Lançaram a parada na Internet, foram fisgados pela Radio 1 da BBC de Londres e *bum*, semana seguinte eram a banda de abertura do Kaiser Chiefs. Eles estão em turnê agora com a Electric Six (aquela, da insuportávelmente viciante música Gay Bar).

O Rockz eu conheci assim, “cara, é tudo gente boa, mas a intenção não é a melhor”. Repetidamente referida como “a banda do Pedrinho / Que Pedrinho? / o batera do Planet Hemp”, segue uma linha “ahn, ok, se o Moptop é o Strokes, nos somos o Franz Ferdinand”. Eu não comprei a idéia, mas a banda é legal pra caralho.

Sweet Fanny Adams é talvez a primeira representante – ou a primeira relevante – do novo rock que o Recife desovou. Confesso que criei gosto pelas músicas talvez mais que a própria banda. Estive na estrada com eles para Natal, onde tocaram junto com o Moptop e uma não-discotecagem-furada minha. Dirty Pretty Things é a banda de Carl Barat, ex-Libertines. Quem acompanha aqui com calma sabe que sou viciado em Libertines. Sempre quis saber qual dos caras da dupla é que tinha “a coisa” que fazia a banda funcionar. Sendo o Babyshambles uma bosta, a resposta então é essa. Dirty Pretty Things.

Maccabees está no caminho ligeiro do hype. Tão ligeiro que deve passar despercebido se algo grande não acontecer logo com eles. A banda é bacana e, se ouvida repetidamente, funciona. Por fim, Fratellis. Não sei bem, mas tem algo de errado com o Fratellis. É legal sim. Legal pra caralho. Mas no meio das músicas sempre rola um “ahn?”, como nessa, quando tudo tá maravilhosamente bem e entra um “lá lá lá” totalmente fora de contexto.

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