Noite maldita « Pop up!

Eu cheguei a acreditar que passaria minha primeira noite no Rio de Janeiro deitado no quarto do hotel, assistindo televisão. Cheguei na cidade às 18h30 e a única pessoa que eu conhecia nessa história de Overmundo era o Yuno, de Natal, que não estava lá. Mas ele apareceu, junto com uma reca de gente… Acabamos a noite num boteco no Flamengo, o Amarelinho. Coisa fina.

A viagem é meio fechada. Saimos de manhã para a Fundação Getúlio Vargas (onde to agora) e só saimos de noite. Com exceção de dois coffee breaks e o almoço. É uma maratona de idéias descarregadas de maneira aleatória onde todo mundo tenta chegar num denominador comum sobre o futuro do site.

Todo mundo é bem simpático. Tive a oportunidade de conhecer o Ronaldo Lemos, que eu descobri que era bem mais novo do que eu imaginava. Não sei porque, tinha essa imagem de que o cara que aparecia em metade da minha monografia de fim de curso tivesse uns 60 anos. Ele não tem nem metade disso. E é fissurado na música de Pernambuco. Passa horas me perguntando coisas sobre as bandas da cidade. Acha tudo uma maravilha.

Criei, Tive Como
É impressionante a quantidade de idéias que se tem aqui. E a quantidade de histórias que chegam com essas idéias. Algumas pessoas vieram para a viagem com a sugestão já de acabar com tudo que tem no ar. Não explicito dessa maneira, mas indireto.

Maldita
A noite maldita na verdade, não foram minhas duas horas de abandono no hotel. Foi ontem, segunda. Juntamos um punhado de gente para ir até a Maldita, “a tradicional festa indie do Rio de Janeiro”, segundo o bad tripper Fred Leal. É bem normalzinho, na verdade. Uma ultra com gente limpa e bem vestida (o que já faz uma diferença enorme). Agora, às 14h41, eu ainda to de ressaca. E acho que com febre também.

Cê tá brincando?
Sem querer soar preconceituoso, o sotaque das pessoas é muito engraçado. As meninas falam igual aquela personagem que tinha no Fantástico. Não lembro o nome, era uma que fazia o papel de uma adolescente que queria entender as coisas, etc. Na verdade falam um dialeto que mistura isso com o usado naquela série “A Diarista”. E não importa o que você fala, a reação de todos é sempre “cê tá brincando?”.

Hoje rola ainda show de Luisa Mandou um Beijo no Teatro Odisséia. Acho que eu vou passar, para conseguir dormir.

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