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  • Minha palestra / oficina na Feira Música Brasil. Não está 100% completo. Boa parte do que foi dito fica exclusivo para quem participou  na hora

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    A idéia de redes sociais é antiga. É anterior a própria internet. A rede é uma metáfora para observar padrões de conexão entre um grupo social. É uma estrutura social, formada por atores e suas conexões. No mundo offline, esse ator somos nós, o indivíduo e as pessoas que temos contato direto. No online, essa idéia de ator fica mais complexa. Passa a ser uma representação do individuo.

    Essas representações são os blogs, os fotologs, nossa conta no twitter e no orkut. Porque é assim que nós conseguimos nos materializar dentro da internet. São nossos lugares de fala. E os blogs e fotologs são ferramentas que ajudam a construir nossa identidade na rede. São uma forma de narração do eu, porque quando estamos lá, estamos sempre falando e expondo a nós mesmos antes de qualquer coisa.

    É preciso ser visto para existir no ciberespaço. A primeira grande diferença entre uma rede social offline e uma online, é que para que a gente se socialize na rede, a gente precisa ser visto.

    Esses atores, ou suas representações, constituem uma rede social através dos laços que eles criam através de várias ferramentas. Podem ser laços associativos, como decidir ser amigo de alguém no Orkut ou trocar links no fotolog. Ou laços dialógicos, como conversar com alguém no MSN ou trocar scraps no Orkut. Laços que dependem da reação de outros atores. Ambos são laços de relação complexa. Afinal, não basta fazer parte de sua rede, tem gente que você vai se relacionar mais ou melhor que outras, pessoas que tem amizade mais antiga, etc.

    Vale lembrar que, apesar de estarmos falando em online e offline, a rede não é definida pelo suporte. Redes não existem só em um mundo. A rede está no indivíduo. Nós carregamos nossas relações para onde vamos. Algumas dessas relações você ativa só quando está online, mas isso pode ter impacto ainda maior na sua vida offline e vice-versa. Basta pensar nos namoros a distância. É um laço forte entre dois atores, de forte impacto offline, mas que é ativado pela internet ou pelo telefone.

    Nessa relação entre atores, através de laços na rede, tem ainda o que nós chamamos de capital social. Esse é um debate mais complexo. Basicamente, entre várias coisas, diz também que algumas pessoas são mais influentes em determinados contextos. E estar ligado a essas pessoas te permite estar ligado a várias outras. São o que chamamos de “hubs”, que por sua vez permitem a formação de comunidades dentro das redes sociais. Quando a gente assume que um grupo é formado “pelos amigos de Pedro”, estamos reconhecendo essa formação social e que Pedro é um hub. Conhecer ele te permite conhecer os amigos dele.

    Como disse antes, redes são metáforas estruturais. E quando essas relações são formadas na internet costumam ter três topologias básicas. A primeira é a rede distribuída, onde os nós tem mais ou menos a mesma quantidade de conexões, sem relações de hierarquia. A segunda é a centralizada, onde um nó – um ator – centraliza a maior parte das conexões. E, por fim, a descentralizada, que tem vários grupos de pequenos nós centrais. O interessante de conhecer esses desenhos é entender como uma informação circula em cada tipo de rede.

    Mas, em termos mais práticos, como isso funciona para quem trabalha com música?

    As redes sociais, como eu expliquei mais cedo, lembram muito o que nós entendemos por cadeia produtiva. A cadeia produtiva, como a gente já sabe, é exatamente um conjunto de nós. De atores que se relacionam, através de ferramentas, uns com os outros com um foco específico. O desse caso é fazer a música circular.

    Estar na cadeia produtiva é, portanto, fazer parte de uma rede social. É ter essa consciência que somos atores, que nos manifestamos de várias formas, seja cantando, produzindo, ajustando o som do palco ou escrevendo sobre música em um jornal, e que estamos constantemente interagindo.

    No Brasil, nossa cadeia produtiva em clima de “Feira da Música”, “business” e “networking” tem uma rachadura bem grave, principalmente no que diz respeito ao artista independente, dificilmente percebido por ele. O artista não sabe quem é seu público. Basta ler os projetos enviados para editais públicos. Todos eles pedem para que seja dito quem é o público alvo do artista. Uma boa parte diz que o público alvo são produtores, outros músicos e jornalistas. Uma parte ainda maior diz que seu público alvo é de “milhares de pessoas”. E, quase todos, concordam que é “impossível” saber hoje em dia quantas pessoas vão ouvir sua música.

    Não é impossível saber quantas pessoas escutam sua música. O medo de responder vem do medo de que seja preciso atingir uma massa para ser aprovado. Quando nunca foi exatamente assim. Se você tem um trabalho e já se apresentou algumas vezes, então é certo que as pessoas já estão ouvindo e você já tem um público. Você precisa encontrar seu público e saber onde eles estão se manifestando.

    Quantas pessoas, por exemplo, tem em sua comunidade? Esse é seu público. São pessoas que, de certo modo, tem interesse em comprar seu disco e/ou pagar ingresso para assistir seu show. E essa é uma base de quantas pessoas você consegue atingir espontaneamente agora. O objetivo é sempre aumentar esse número. E a regra é nunca, nunca, nunca esquecer que ele existe.

    Existe um erro clássico, cometido por oito de cada de dez pessoas que trabalham com música e se maravilham com o orkut e outras redes sociais. O erro vem do fato que, ao entrar lá, percebemos que os produtores estão lá e outros músicos estão lá. Então é comum já chegar enchendo o saco de tal pessoa achando que isso vai te trazer algum retorno para seu trabalho. Mas só que o público também está lá. O público. Aquelas pessoas que dão dinheiro para comprar seu disco e pagam ingresso para ver seu show. As pessoas que amam sua música.

    Numa rede de músicos, você é apenas um ator sem força. Na rede da sua música, você é um motivo para que as pessoas se conectem. E é isso que a música faz. Ela é um motivo para nos encontrarmos e nos socializarmos. Nossas amizades e decisões quase sempre são decididas com base na música. Frequente a comunidade de sua banda. Perceba quem é que está se manifestando, o que estão falando. Tente entender porque estão lá e não estão falando, se for o caso.

    Se você tem uma pessoa que se manifesta sempre em sua comunidade, então você tem o pote de ouro no fim do arco-íris da música. Você tem um fã. Temos sempre que trazer essas pessoas para perto de nosso mundo. Dê sentido e valor as manifestações do público. Convide aquele cara que fala na sua comunidade para assistir um ensaio de sua banda. Acompanhar a gravação de um clipe. Dê um adesivo, disco, camisa, boné, o que quer que seja, que reconheça ele como ator de maior força em sua rede. Esse é o sentido da rede social.

    Esse também é o sentido dos negócios criativos. Quem gosta mais de sua música, sempre vai querer ela em um formato especial e exclusivo. E hoje, quem tem bons casos de sucesso na venda de música, é quem conseguiu identificar seu público alvo. E ele está nessas redes, falando sobre você o tempo todo. Por exemplo, a banda Cérebro Eletrônico, de São Paulo, fez uma pesquisa com seu público e percebeu que a maioria deles preferem comprar um disco que baixar a música de graça, se for o disco deles.

    Existe, literalmente, centenas de sites que funcionam como redes sociais. Cada marca que tenta se firmar hoje, na internet, tenta fazer isso através de uma. Como a Oi FM, por exemplo, que lançou a Oi Novos Sons. Mas você não precisa se cadastrar no Hi5, Plaxo, LinkedIn, Palco MP3, nem toda santa rede que aparece em sua frente. Cada rede tem uma função. Descubra se ela funciona para você conhecendo como ela funciona e seus exemplos. O importante é você perceber que seu público está presente em todas elas.

    Participar dessas redes, mesmo que ativamente, não é suficiente. Isso não isenta você de ter um site da banda, por exemplo. O site oficial é sua representação na rede. Pode ser um blog mesmo, dos mais simples, mas que seja um espaço que reuna todas essas manifestações que você faz online. Um espaço para agregar o conteúdo que é produzido por você e que é produzido também pelo público.

    Esse é o ponto crucial dessa nossa conversa. Se o seu público existe, então é certo que ele já está produzindo conteúdo seu, mesmo que você não saiba. E ele não está fazendo isso porque é um desocupado com muito tempo livre. Ele faz isso por que ama sua música. Quem aqui já subiu no palco, com certeza já viu alguém no público levantar o celular e tirar uma foto, fazer um vídeo, tentar gravar uma música.

    Não podemos chamar nenhuma manifestação de social se ela for uma comunicação unilateral. Precisamos criar diálogos com os outros atores da rede. Essas fotos e vídeos que o público faz nos shows vai parar nos perfis dele no Orkut, nos álbuns do Flickr. Assim como o que é dito nas comunidades do Orkut e no Twitter. É sempre legal comentar, responder, incorporar.

    São essas coisas que geram capital social. Legitimar o esforço do público gera um constante feedback deles ao seu trabalho, porque quando eles verem que tem atenção, vão produzir cada vez mais. E quando isso acontece, você deixa ser um simples ator numa rede maior para se tornar o ponto central em sua própria rede social

    Isso não é, de modo algum, um esforço solitário.A construção de sua rede é percebida pelas redes vizinhas. Enquanto você está criando uma boa relação com o público, sua rede passa a integrar com mais prestigio redes maiores. Você ganha legitimação pelo público / e não pela chatice.

    Dos exemplos de sucesso, podemos tirar a lição de que hoje é muito mais proveitoso você oferecer boas experiências a partir de sua música, que simplesmente música. É o que tem feito o sucesso de bandas como Casuarina e o samba da Lapa, ou de grupos como o Macaco Bong e os coletivos Fora do Eixo. As apresentações dessas bandas sempre são um convite “venha fazer parte de nossa rede”.

    Fazer isso sozinho é muito mais difícil, mas históricamente, a música nunca sobreviveu sozinha. E isso é algo que o mercado independente tem dificuldade em perceber. Faltam selos, faltam gravadoras, associações, coletivos, cooperativas. A maioria dos artistas estão sozinho, fazendo sua música e esperando que algo aconteça sozinho daí. Mas algo só vai acontecer com o esforço reunido desses artistas.

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    Acabou que não falei nada sobre a Feira Música Brasil aqui. O evento foi tão desorganizado no começo, somando um ano inteiro de disputa entre produtoras, entidades, ministério, funarte e quem mais se aproximasse de tanto dinheiro, que a programação só foi divulgada na prorrogação do segundo tempo. O nome dos palestrantes dos painéis, por exemplo, só saiu um dia antes deles acontecerem. Mas o evento aconteceu bem, mesmo assim. Bem parecido com a edição anterior, só que dessa vez dialogando com um mercado maior de música. Se na FMB passada tinha stand para vender doce de leite, nesse o espaço foi ocupado com a presença de representante de majors, agentes e cerca de 500 convidados para o evento.

    Também não acompanhei o desdobrar da abertura e os primeiros dias. Só cheguei no Recife no último dia da Feira, direto para uma oficina que dei no Centro Cultural dos Correios sobre Redes Sociais. Foi tempo suficiente para receber uma tonelada de CD’s, encontrar um monte de gente e ficar a par do que andava acontecendo. Fiz a mesma pergunta para todo mundo que esbarrei. “A feira está sendo proveitosa para você?”, quem arriscou responder que sim, não soube explicar porque. Com exceção a quem visitava a cidade pela primeira vez.

    Me parece que ainda falta algo para essas feiras funcionarem. Do primeiro Porto Musical até hoje, a sensação que tive é que todo mundo já se conheceu e essa fase do networking já passou. Continua agora sendo um evento de músicos para músicos / produtores para produtores. Cada um reclamando para o outro sobre como o negócio anda mal. Quem vem de fora, vem para falar de uma realidade que não existe no Brasil, como um club de Nova York que pertence ao mesmo selo que lançou o disco de Otto por lá. E faz show lotados de música brasileira a ingressos que demandam um público seleto. Nem quem ganha dinheiro com nossa música lá fora consegue ter uma idéia de como vamos fazer para ganhar aqui.

    Com exceção de poucas provocações necessárias, como a que Miranda fez para quem ainda acredita na rádio – ele disse, basicamente, que quem escuta rádio hoje em dia é otário  – a Feira faz poucas engrenagens da cadeia produtiva girar. É cada vez mais um evento social que de negócios. Afinal, todos já se conhecem. Na rodada de negócios, donos de casas de shows só fizeram negar presencialmente a participação de quem já negavam por e-mail. As gravadoras tiveram oportunidade de dizer cara a cara que não se interessam pela produção independente e teve até blogueiro tentando conseguir anuncio para seu site, sem sucesso, das mesmas pessoas que já tinham negado antes. Até eu, nesse último dia, recebi uma penca de discos que, com exceção de dois, já tinha recebido o link para baixar em MP3.

    A Feira é boa como confraternização, mas falta foco. De tudo que presenciei esse ano, o ponto vai para a boa intenção da Conexão Vivo. Não só pela boa programação que fizeram por fora, mas por que fizeram isso sem viciar o mercado local em shows de graça. Infelizmente, só não teve bom resultado, em parte pela obsessão dos shows de graça. Esse ano, nem o metal, um dos poucos gêneros alternativos que ainda conseguia cobrar ingresso no Recife, ficou de fora. Sepultura lotou, foi bonito, mas tomara que isso não complique para quem quiser contratar o show deles em breve e receber um “vai ter de graça”, do público, como os outros produtores tanto recebem nessa cidade.

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    Tenho me descoberto cada vez menos entusiasta dos efeitos da internet na música (“culto do amador feelings?” tomara que não). Outro dia, em sala de aula, debatiamos os efeitos que a web tinha causado nos formatos álbum e canção. A idéia parte da futura tese de doutorado de uma amiga da pós-graduação. Com mais um ano encerrando, com uma boa leva de festivais visitados e novas bandas conhecidas – dessa vez tive que pagar excesso de babagem pela primeira vez na vida, de tanto CD que vinha na mala – fico pensando o quanto um formato que foi criado por pura limitação tecnológica (não cabem mais músicas do que já tinha ali no vinil) se firmou com tanta força. A internet ainda não provou nenhuma mudança fundamental neles.

    Quando os Beatles lançaram o Sargent Peppers Lonely Heart Club Band, em 1967, reforçando a idéia do “álbum conceito” que dominaria a indústria da música mais tarde, também estavam batendo o martelo em um formato técnico que variava entre 12 a 14 canções por disco. Mesmo que essa limitação não exista mais, cerca de 90% – ou até mais – das novas bandas, aquelas que não estão, nem querem estar em gravadoras, e se satisfazem da internet, ainda aparecem com um “EP” na mão. “Esse é nosso EP. Ainda estamos fazendo mais música, para quando chegar numas 10, lançar um álbum”. Sinto falta de alguém assumir as rédeas da mudança. “Esse é nosso álbum, só tem três músicas”. Ou 30, ou 40, sem precisar dizer que é um disco duplo ou triplo.

    O mais frustrante é que essa necessidade de chegar a 10 ou 12 faixas quase nunca está amarrada a nenhum conceito. Alguém falou que o álbum é feito de tantas faixas, por isso precisamos atingir a cota para conseguir um. Não por acaso, a maioria dos discos de novas bandas, que vem com tantas faixas assim, costuma não render mais do que metade do repertório. Com 20 anos de MP3 e contando, espero que quando voltar a alguns festivais próximo ano, não escute tanto a frase “esse ainda não é o nosso disco” ou “é só um EP”.

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    Quem tem banda no Brasil deve sentir uma pontinha de inveja ao entrar no MySpace de alguém que está nos Estados Unidos e/ou Europa, quando vê que a agenda de shows é montada em sequência ininterrupta de datas. Gig’s todos os dias, sem parar, naquele clima On the Road, garantindo um quase nada de grana hoje só para comer e chegar na próxima cidade e tocar mais. Por um tempo, morar em São Paulo era a solução mais próxima de chegar perto disso, estando no centro econômico do país, tendo facilidade para viajar para outras praças. Mas a cena independente parece ter chegado na maturidade suficiente para encerrar a carreira do termo “no eixo Rio-São Paulo” no dicionário da música.

    Mas a turma dos coletivos Fora do Eixo (o nome não podia cair melhor) conseguiram finalmente virar a página nessa história. Após conseguir formar grupos de trabalho em Sergipe, Campina Grande, Maceió e Salvador, montaram um calendário para a turnê Nordeste Fora do Eixo. Macaco Bong (MT), Porcas Borboletas (MG) e Burro Morto (PB) vão começar em Fortaleza, hoje mesmo, no Hey Ho Rock Bar e seguem descendo. Tocam em Natal, Recife, João Pessoa, Campina Grande, Maceió, Aracaju e, dia 15, encerram em Salvador. Todo dia tem show, sem parar. O melhor desses circuitos, assim como o que a Tronco montou em São Paulo e cidades do interior de lá, é que filtram as bandas de fim de semana daquelas que tem pique para trabalhar todo dia com música.

    Com tanto esforço, o Circuito Fora do Eixo já nasce obselto. Porque, depois de conquistar essas datas, ficou claro que eles precisam mudar de nome. O Nordeste é o novo Eixo! Tem mais informações, como os horários dos shows e cada endereço, lá no portal deles.

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    Ainda dá tempo para ter mais festival na Bahia! Como o Boom Bahia parece que não vai acontecer mesmo esse ano, teve uma turma que se juntou para criar mais uma programação em pique de maratona de shows. No caso do Baianada, o nome vem de uma angustia local de bandas e produtores em fazer um festival, tipo desses que a gente conhece, que não seja tão focado ou marcado assim pelo rock. Porque se você pensar em gente como Wado e Ronei Jorge, tem uma turma boa que até toca nos outros festivais por ai, mas bem distante do conceito deles. Ai que a baianada é isso! Uma mistura de sons e músicas que a gente sabe conhece, sabe que é legal, mas não precisa seguir um “dress-code” para comparecer.

    A turma da Bahia só precisa superar essa coisa de Pelourinho, porque assim como o Big Bands e o Boom Bahia, o Baianada também vai acontecer lá. Só que dessa vez na Praça Pedro Arcanjo.Só que começa HOJE, isso mesmo, terça-feira (que é feriado na baêa), com show de A Volante do Sargento Bezerra, Chico Correa (PB), Dub Stero e Radiomundi. Amanhã tem Samba das Moças, Clube de Malandragem, Matiz e Coletivo Uber Glam, que são esses irreconhecíveis pulando ai na foto. O festival já tem até blog, twitter e o escambau. Só falta você lá, na frente do palco, gritando em desepero.

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