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	<title>Pop up! &#187; Discos</title>
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		<title>Avante!</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 15:33:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Nogueira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Discos]]></category>
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		<description><![CDATA[Sempre digo que Siba é o artista mais interessante de nosso tempo. Tanto pessoal, quanto musicalmente, não conheço ninguém que consiga ser um liquidificador de tantas referências de forma tão criativa. Avante é claramente mais que um disco, mas uma trajetória de auto-conhecimento bem pessoal. As dicas estão na foto da capa e um pouco em [...]]]></description>
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<figure id="attachment_3303" class="wp-caption aligncenter" style="width: 1000px"><a href="http://www.popup.mus.br/wp-content/uploads/2012/01/ddb81d15c096c03b65ed6d4e360bd31a1325891682.jpg"><img class="size-full wp-image-3303" title="ddb81d15c096c03b65ed6d4e360bd31a1325891682" src="http://www.popup.mus.br/wp-content/uploads/2012/01/ddb81d15c096c03b65ed6d4e360bd31a1325891682.jpg" alt="" width="1000" height="667" /></a><figcaption class="wp-caption-text">Sérgio &quot;Siba&quot; Veloso. Foto de Talita Miranda</figcaption></figure>
<p>Sempre digo que<strong> Siba</strong> é o artista mais interessante de nosso tempo. Tanto pessoal, quanto musicalmente, não conheço ninguém que consiga ser um liquidificador de tantas referências de forma tão criativa. <strong>Avante</strong> é claramente mais que um disco, mas uma trajetória de auto-conhecimento bem pessoal. As dicas estão na foto da capa e um pouco em cada faixa. Ele não transforma a rabeca em guitarra para se re-inventar, mas sim para conseguir se definir. Você pode ouvir tudo, baixar e até comprar o disco no <a href="http://www.mundosiba.com.br" target="_blank">site oficial</a> (que ficou sensacional).</p>
<p>É o disco do ano, lançado justo no comecinho, sem nem precisar ouvir o resto. Se você ai estava tentando, desista. O disco tem lançamento dia 28 de janeiro, na rua da Moeda, às 21h, de graça, já com clima de Carnaval.</p>
<p><iframe src="http://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Fplaylists%2F1463932&amp;auto_play=false&amp;show_artwork=true&amp;color=DEBB7F" frameborder="0" scrolling="no" width="100%" height="314"></iframe></p>
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		<title>A Banda de Joseph Tourton</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Sep 2010 18:19:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Discos]]></category>
		<category><![CDATA[A Banda de Joseph Tourton]]></category>
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		<description><![CDATA[Pensando no que falar sobre o lançamento do disco da Banda de Joseph Tourton, fui buscar o histórico de passagens deles aqui pelo blog. Ainda em 2008, quando surgiram no Microfonia, foram finalistas com outras 15 bandas novas do Recife. Nesse curto espaço de tempo de dois anos, pelo menos dez grupos da lista encerraram [...]]]></description>
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<p><a href="http://www.popup.mus.br/wp-content/uploads/2010/09/tourton.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2957" title="tourton" src="http://www.popup.mus.br/wp-content/uploads/2010/09/tourton.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p>Pensando no que falar sobre o lançamento do disco da <strong>Banda de Joseph Tourton</strong>, fui buscar o histórico de passagens deles aqui pelo blog. Ainda em 2008, quando surgiram no Microfonia, foram finalistas com outras 15 bandas novas do Recife. Nesse curto espaço de tempo de dois anos, pelo menos dez grupos da lista encerraram atividade. Algumas outras, seja por azar ou algum outro motivo, não chegaram a dar nenhum passo adiante de onde estavam. Isso diz muita coisa sobre a cena de uma cidade e porque algumas bandas dão certo e outras não.</p>
<p>Apenas dois anos se passaram e, daquela lista inteira, talvez por exceção da Candeias Rock City, a Banda de Joseph Tourton de hoje parece ter uns dez anos de experiência a frente de todas. O disco deles chega em formato virtual, onde você pode baixar inclusive as faixas abertas para remix. Algo quase nunca praticado nesse mundo pós-Creative Commons. Tem participação dos Mombojós, os metais do Móveis Coloniais de Acaju e Vitor Araújo. Uma mistura de quase tudo que presta hoje no independente nacional.</p>
<p>A produção de Felipe S e Marcelo do Mombojó poderia soar perigosa, já que antes o som da Tourton já mostrava uma influência pesada do grupo. Mas, pelo contrário, eles conseguiram ajudar a nova banda a lapidar uma identidade própria em cada música. Se antes dizia que a banda soava como X ou Y, a partir desse disco é capaz de vislumbrar que novas bandas vão surgir inspiradas por Joseph Tourton. Além disso, eles trazem uma contribuição fundamental para a cena instrumental nacional, que é saber soar experimental, sem ser cansativo, chato e complicado. Existe uma amarra pop por trás de tudo, que faz a degustação de cada faixa ser bem mais prazerosa.</p>
<p>O disco tem patrocínio da Petrobras. Por sinal, fiz parte da comissão desse edital e, vendo o resultado, fico feliz de ter contribuído para algo tão positivo. Tomara que os outros contemplados cheguem nesse mesmo nível. As músicas, fotos e demais novidades estão no novo site da banda: <a href="http://www.josephtourton.com.br" target="_blank">www.josephtourton.com.br</a></p>
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		<title>Pata de Elefante &#8211; Na Cidade</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Jun 2010 12:45:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Discos]]></category>
		<category><![CDATA[Álbum Virtual]]></category>
		<category><![CDATA[pata-de-elefante]]></category>
		<category><![CDATA[Trama]]></category>

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		<description><![CDATA[O Pata de Elefante nunca teve suas referências rurais realmente declaradas. Mas não apenas o nome, mas nas fotos de divulgação e o clima de faroeste spaguetti sempre falaram pelas músicas instrumentais do trio gaúcho. “Na Cidade”, disco que marca a saída deles da Monstro Discos para a Trama, mirando público e ambições maiores, faz [...]]]></description>
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<figure id="attachment_2707" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><img class="size-full wp-image-2707" title="pata" src="http://www.popup.mus.br/wp-content/uploads/2010/06/pata.jpg" alt="" width="490" height="326" /><figcaption class="wp-caption-text">Pata de Elefante. Foto de Danilo Christids</figcaption></figure>
<p>O Pata de Elefante nunca teve suas referências rurais realmente declaradas. Mas não apenas o nome, mas nas fotos de divulgação e o clima de faroeste spaguetti sempre falaram pelas músicas instrumentais do trio gaúcho. “Na Cidade”, disco que marca a saída deles da Monstro Discos para a Trama, mirando público e ambições maiores, faz esse trabalho de transição para o ambiente urbano. Sem fugir do que fez a banda tão atraente: música sem palavras para – isso mesmo – cantar.</p>
<p>“Na Cidade” explica, sem usar palavras, algo que era muito fácil de sentir ao assistir o Pata de Elefante se apresentar ao vivo. E é o fato de que essa é, hoje, uma das melhores bandas instrumentais do país. A mistura de rock com surf music e folk, com usos criativos de Wah Wah’s – pedal que não muda a nota, enquanto muda ela entre grave e agudo, fazendo um som que soa igual ao nome do instrumento – e teclado. O Pata não caiu no clichê do sortuno ao usar o tema cidade e fez um de seus discos com clima mais para cima.</p>
<p>“Grandona”, terceira faixa, mostra como eles conseguem ser instrumental e pop de uma forma que muitas bandas próximas, como o Macaco Bong, ainda encontram dificuldades. O Pata de Elefante é sempre mais sobre diversão que masturbação guitarrística para cansar o ouvido. “Pesadelo nos Bambus”, quinta na sequência, é o momento urbano local, com a faixa batizada a partir de um dos inferninhos mais clássicos de Porto Alegre. A mixagem final do disco, feito no lendário estúdio Abbey Road, deixou que as músicas ficassem encorpadas como costumam soar ao vivo.</p>
<p>Apesar de ter notadamente mais referências – o disco todo poderia passar como uma trilha sonora de filme, com cada faixa traduzindo um momento de tensão diferente – o clima rock da banda está em “Sai da Frente”, música que já podia ser conferida nas apresentações do grupo. Na verdade, todo o repertório de “Na Cidade” pode ser identificado por quem acompanha o Pata de Elefante com afinco. Para não perder a oportunidade do convite da Trama, o que a banda fez foi reaproveitar uma parte de seu acervo ainda não registrado.</p>
<p>Talvez uma audição mais acelerada e preguiçosa possa encontrar um disco que tem variações demais de clima em cada música. Mas o divertido dos últimos lançamentos da banda é perceber como eles trabalham bem o conceito de álbum. Sem palavras, “Na Cidade” consegue contar várias histórias. E, sem letras, a gente acaba reproduzindo o som delas, “cantando”, enquanto escuta.</p>
<blockquote><p><strong>Pata de Elefante &#8211; Na Cidade<br />
</strong>Gravadora: Trama<br />
Para baixar: <a href="http://albumvirtual.trama.uol.com.br/lancamentos" target="_blank">Álbum Virtual</a><br />
Para ouvir: Grandona<br />
[See post to listen to audio]</p></blockquote>
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		<title>Pitty &#8211; Chiaroscuro</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 16:03:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Discos]]></category>
		<category><![CDATA[Chiaroscuro]]></category>
		<category><![CDATA[deckdisc]]></category>
		<category><![CDATA[Pitty]]></category>

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		<description><![CDATA[Com sorte, talvez Priscilla Leone nunca tenha parado um dia sequer para pensar na crise de identidade imposta a ela pelo restante da indústria da música, mesmo quando está com o modo Pitty ativado. Mas desde Anacrônico que ela permaneceu a única sobrevivente relevante de uma geração inteira de artistas independentes que tinham entrado para [...]]]></description>
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<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2279" title="pitty" src="http://www.popup.mus.br/wp-content/uploads/2009/08/pitty1.jpg" alt="pitty" width="510" height="383" /></p>
<p>Com sorte, talvez Priscilla Leone nunca tenha parado um dia sequer para pensar na crise de identidade imposta a ela pelo restante da indústria da música, mesmo quando está com o modo <strong>Pitty </strong>ativado. Mas desde <strong>Anacrônico</strong> que ela permaneceu a única sobrevivente relevante de uma geração inteira de artistas independentes que tinham entrado para alguma gravadora. A encruzilhada é formada por um público que não pode envelhecer, o próprio coro dos independentes que hoje a perde como atração para os festivais de verão e a questão do qual é, afinal de contas, a atual cara do rock brasileiro? <strong>Chiaroscuro</strong>, lançado pela Deckdisc, infelizmente ainda não responde nenhuma dessas questões.</p>

<p>O disco guarda esse tom quase autista de quem diz &#8220;deixa eu fazer como eu sei&#8221; e, por isso, segue exatamente o mesmo ritmo do trabalho anterior, mesmo sendo lançado com quase cinco anos de diferença. É interessante notar que essa tem sido uma opção comum a todos os artistas de publico jovem da Deckdisc, em não dar nenhum passo a frente ou recuar a experiência musical, mas continuar no caminho que é mais conhecido pelo público como uma forma de procurar segurança. Foi assim com a <strong>Nação Zumbi</strong> em Fome de Tudo e está sendo assim com a Pitty. Vale lembrar que ela, junto com o Matanza e o Cachorro Grande, já seguiam caminhos mais cuidados escolhando lançar ao vivos no lugar de inéditas nos últimos dois anos.</p>
<p>Mesmo nesse ritmo mais lento, de quem não consegue surpreender com o esforço de 11 faixas, Chiaroscuro é um bom disco. Tem pelo menos quatro grandes músicas, incluindo o atual single <strong>Me Adora</strong>, que está com clipe na MTV. <strong>Descontruindo Amélia</strong>, <strong>Fracasso</strong> e <strong>Assombra</strong> completam a parte boa de ouvir bem alto, como a própria cantora tem instigado os fãs em seu blog. Mesmo assim, não chegam a justificar um álbum inteiro. Mas, novamente, experiementar um formato menor não era algo esperado do contexto dela e da gravadora que está no momento. Talvez um reflexo de um resultado negativo dos dualdisc &#8211; aqueles discos duplos com DVD &#8211; e os singles em vinil.</p>
<p>Mesmo que essas sejam escolhas pessoais &#8211; o que é bem provável, conhecendo a desprentensão que a própria Pitty tem no sucesso gritado ao seu redor &#8211; <strong>Chiaroscuro</strong> levanta questões. Em um ambiente que atinge grande público, é um dos poucos discos rock &#8220;de resistência&#8221; ao modelo Bonadio que fechou até a tampa do caixão dos Titãs. Mas se essas músicas são o nosso rock sério, elas não causam mais o mesmo impacto naquele fã do disco Anacrônico, hoje na faixa dos 20 anos de idade. Pitty continua dialogando melhor com um público mais jovem que, por sua vez, não parece ser o mesmo interessado no clima de grêmio estudantil dos festivais independentes.</p>
<p>Sem querer, ela acaba traduzindo um monte da postura mal resolvida da música jovem brasileira. Uma que prega uma autenticidade difícil de ser encontrada. E quando uma cantora como Pitty consegue demonstrar, mesmo que em quatro ou cinco faixas de um disco inteiro, só expõe mais complicações. É rock melhor e mais autentico que um NxZero, mas ouvido pelo mesmo público, sem a originalidade de um Cidadão Instigado, mas ouvido pelo mesmo público. Só por levantar tantas questões sem fazer nenhum esforço, seguindo o autismo do &#8220;como sei fazer&#8221;, Chiaroscuro já é um disco que vale a pena ouvir com atenção.</p>
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		<title>Retrofoguetes &#8211; Chachachá</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 16:12:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Nogueira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não foi sucifiente para o Retrofoguetes se limitar a ser uma das melhores (a melhor, na minha opinião) banda de Surf Music do mundo. O novo disco do trio baiano, ChaChaChá, mostra algo que parece natural para quem já acompanhava o desempenho deles no palco. Após cinco anos de espera, o segundo trabalho da discografia [...]]]></description>
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<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2170" title="retrofoguetes" src="http://www.popup.mus.br/wp-content/uploads/2009/06/retrofoguetes.jpg" alt="retrofoguetes" /></p>
<p>Não foi sucifiente para o <strong><a href="http://www.myspace.com/retrofoguetes" target="_blank">Retrofoguetes</a> </strong>se limitar a ser uma das melhores (a melhor, na minha opinião) banda de Surf Music do mundo. O novo disco do trio baiano, <strong>ChaChaChá</strong>, mostra algo que parece natural para quem já acompanhava o desempenho deles no palco. Após cinco anos de espera, o segundo trabalho da discografia deles agora traz uma banda que é fluente em vários outros ritmos, que vão do tango a músicas que fazem referência direta ao axé music, honrando num passo ousado a terra pátria de Morotó Slim, CH Straatmann e Rex.</p>
<p><span id="more-2169"></span>ChaChaChá é o perfeito encontro na metade do caminho que a banda percorre atualmente. Atualiza o que a banda passou a fazer depois que começou sua militância pró-guitarra baiana e sua presença como um dos trios elogiados no gigantesco Carnaval de Salvador; mas também indica quais serão os passos seguidos a partir de agora em termos de canção. O Retrofoguetes deixa de ser uma banda de surf music para atingir o status desejado entre 11 de cada 10 artistas, que a construção de um gênero próprio. Identidade que desafia até quem quiser classificá-los simplesmente como uma banda de rock.</p>
<p>Tudo é muito bem dosado. As 14 faixas do disco, que agora não tem mais o selo da <strong>Monstro Discos</strong> que acompanhava o<strong> </strong>anterior <strong>Ativar Retrofoguetes!</strong>, não mostram uma mudança abrupta na banda. As guitarras distorcidas estão lá, assim como algumas músicas que fazem ainda mais sentido se ouvidas em cima de uma prancha. Mas o Retrofoguetes cresceu. Aliás, cresceu tanto ao ponto de ficar difícil de imaginá-los como sendo apenas um trio. O ouvido atento identifica quase uma orquestra ao lado da banda, com direito a instrumentos incomuns como vibrafone e ukelele. Na fica técnica é revelado ainda que eles estão com percurssão, órgão, acordeon e marimba, fora oito tipo diferentes de instrumentos de sopro.</p>
<p>De todas essas participações, a mais especial é a de Mosckabilly. No passado ele e o Retrofoguetes somavam a formação original do <strong>Dead Billies</strong>, talvez um dos mais impactantes grupos de rock a surgir no Brasil. Ele traz um elemento que parecia estar perdido nas músicas do trio desde a primeira demo que eles lançaram: a voz. Moscka dá os berros que a gente escuta na primeira música de trabalho do disco, <strong>Maldito Mambo</strong>. Além dela, a balada country <strong>Wreining Rouing Mai Maind</strong> também tem voz e é cantada por Morotó. Ela e a polca em clima &#8220;axezinho&#8221; <strong>Mademoiselle Zazel</strong> são duas das melhores músicas em todo o repertório de ChaChaChá. Ambas mostram que ainda existe uma amarra central na banda, que é a fixação pela fição científica.</p>
<p>Por falar em demos, quem assina a produção desse novo disco é André T e também de <strong>Nancy Viegas</strong>, que cantava nas primeiras músicas que o Retrofoguetes lançou na época que ainda ensaiva ser uma banda. Antes mesmo do lançamento oficial em Salvador, ChaChaChá já cumpre sua função mais importante, que é por o Retrofoguetes para girar mais uma vez pelo país. O disco já criou eco nos festivais independentes e a banda começa a circular pelo sudeste novamente. E assim temos de volta uma das bandas mais legais do circuito independente.</p>
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		<title>Amp &#8211; Pharmako Dinamica</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 14:52:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Nogueira</dc:creator>
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<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2060" title="pharmako" src="http://www.popup.mus.br/wp-content/uploads/2009/06/pharmako.jpg" alt="pharmako" /></p>
<p>A primeira década deste novo milênio termina com uma crise de identidade na música de Pernambuco. Existe uma ansiedade em proporção nacional para que o novo saia mais uma vez desse estado, mesmo que não exista mais continuidade daquilo que começou na década de 90. Associar imagens e sons a região se transformou em uma tarefa ingrata, na medida em que referências vão se distanciando desse  “caráter multicultural” que, forçosamente, está determinado a carimbar todos os passaportes do estado.</p>
<p>Talvez, nessa ansiedade, tenhamos esquecidos que um dos aspectos do novo é de ser, antes de inédito, desafiador. E a <strong>Amp</strong>, formada por Capivara (guitarra e voz), Djalma (guitarra e voz), Dudu (baixo) e Crika (bateria) é a configuração musical mais desafiadora da estética local que surgiu nesse primeira década dos anos 2000. Sua música é a metáfora perfeita para aqueles filmes de ficção científica onde um monstro gigante devasta completamente uma cidade indefesa.</p>
<p>Seus passos largos representam a velocidade em que o quarteto avança na maturidade da música que fazem. O disco de estréia, <strong>Pharmako Dinâmica</strong>, não é rock para guetos, mas sim para multidões. Sem cara de produto reprocessado, mas assim como esses, milimetricamente planejado para conquistar espaços maiores. Trabalho do produtor musical <strong>Iuri Freiberger</strong>, ferreiro do rock nacional que imprimiu sua marca em discos como o da banda goiana <strong>MQN</strong>.</p>
<p>O grito grave do monstro é o baixo de Dudu, que faz pressão contra os ouvidos em cada nota, quase como um prenúncio apocalíptico. A parede sonora da Amp está toda em seu instrumento, que deixa inegável a referência que a banda tem ao rock do <strong>Helmet</strong> e <strong>Queens of the Stone Age</strong>. A metáfora encerra nos versos da própria banda que, quase ironicamente, descobre que ouvir suas músicas tem o mesmo efeito de presenciar essa invasão: “uma dose de adrenalina”.</p>
<p>Lançado pela <strong>Monstro Discos</strong>, Pharmako Dinâmica é apenas uma cereja no bolo do talento da Amp. As poucas músicas que lançaram no <a href="http://www.myspace.com/amprockrecife" target="_blank"><strong>MySpace</strong></a> já garantiam a eles o prestígio de uma das melhores bandas de rock da cidade. Antes mesmo do disco sair, apenas com a promessa de reunião de alguns do melhores músicos de rock da cidade, rendeu a eles convites para tocar em festivais como o <strong>Abril Pro Rock </strong>(PE), <strong>Bananada</strong> (GO), <strong>Porão do Rock</strong> (DF), <strong>Goiânia Noise</strong> (GO), <strong>DoSol</strong> (RN), <strong>Calango</strong> (MT) e outros do circuito independente.</p>
<p>Sem a pressão de re-inventar a roda que tanto encerra carreiras em Pernambuco, Amp se destaca com o básico. Sexo, drogas e rock, muito rock, em riffs e refrões divertidíssimos. Sabe aquelas noites mais loucas,  onde o sol nasce ainda ao som de guitarras, com amizades reforçadas, novos amores surgidos e ocasionais desventuras no banheiro? Essa é a trilha sonora perfeita dessas noites. A música que toca quando, por um breve instante, fechamos os olhos e sentimos o mundo girar e a vida acontecer ao nosso redor. Uma overdose de alegria.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2061" title="amp" src="http://www.popup.mus.br/wp-content/uploads/2009/06/amp.jpg" alt="amp" /></p>
<blockquote><p>Esse, na verdade, é o release que eu fiz para o disco da banda, que começa a ser divulgado agora pela Monstro. Mas fiz de graça e portanto o sentimento é 100% honesto. Por isso estou publicando aqui entre outras resenhas. Seria o que eu realmente escreveria sobre eles em qualquer outra ocasião. Aproveitando, agradeço o convite para fazer o texto, fiquei felizão com a lembrança!</p></blockquote>
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		<title>Móveis Coloniais de Acaju &#8211; C_mpl_te</title>
		<link>http://www.popup.mus.br/2009/05/19/moveis-coloniais-de-acaju-c_mpl_te/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2009 13:08:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Discos]]></category>
		<category><![CDATA[Complete]]></category>
		<category><![CDATA[Moveis Coloniais de Acaju]]></category>
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		<description><![CDATA[Em um mercado profetizado que a grande renda do artista seriam os shows, a maior crítica que era feita aos Móveis Coloniais de Acaju é de que o grupo brasiliense não era uma banda de discos. O incomodo crescia na medida que eles traziam para o mercado independente o conceito de espetáculo, enquanto a maioria [...]]]></description>
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<p><object width="430" height="248" data="http://albumvirtual.trama.uol.com.br/swf/widget.swf" type="application/x-shockwave-flash"><param name="name" value="widget" /><param name="flashvars" value="id=1128131101&amp;host=http://albumvirtual.trama.uol.com.br/&amp;idF=5&amp;idL=6&amp;linkAlbum=/moveis" /><param name="src" value="http://albumvirtual.trama.uol.com.br/swf/widget.swf" /><param name="wmode" value="transparent" /></object></p>
<p>Em um mercado profetizado que a grande renda do artista seriam os shows, a maior crítica que era feita aos <strong>Móveis Coloniais de Acaju</strong> é de que o grupo brasiliense não era uma banda de discos. O incomodo crescia na medida que eles traziam para o mercado independente o conceito de espetáculo, enquanto a maioria das bandas tocava como se estivessem trancados em um estúdio. Ou pior, como se nem suas próprias canções os empolgassem. Entre os pessimistas, aquela orquestra de sopros podia sair correndo de uma ponta a outra do palco quanto quisesse, que o público se lembraria apenas do alvoroço, mas não das músicas.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1973" title="moveis-00" src="http://www.popup.mus.br/wp-content/uploads/2009/05/moveis-00.jpg" alt="moveis-00" /></p>
<p>O primeiro significado por trás do nome do segundo disco deles, lançado no formato <strong>Álbum Virtual</strong> da<strong> Trama</strong>, com produção de <strong>Carlos Eduardo Miranda</strong>, é o de encontrar essa outra metade. &#8220;<strong>C_mpl_te</strong>&#8220;. Todas as oportunidades que a banda teve de se pronunciar a respeito, aproveitou para reforçar que seria um álbum de canções, pensado para ouvir em casa. Para garantir, chegaram a lançar uma versão ao vivo de cada faixa, algumas até com andamento diferente e mais acelerado. No final das 12 músicas essa angustia deles pelo formato canção é totalmente sanado.</p>
<p>C_mple_te não reinventa a roda sob nenhum aspecto. É um álbum pop que tem como tema central o amor, composto e produzido seguindo regras bem perceptíveis. Soa, acima de tudo, como um disco de trilhas sonoras. Da mais lenta &#8220;<strong>Adeus</strong>&#8221; até aquelas que parecem feitas apenas para os shows, como &#8220;<strong>Sem Palavras</strong>&#8220;, a imagem de reencontros e desencontros apaixonados parecem completar essa experiência do móveis com o ouvinte-indivíduo. Com a parede de sopros mais baixa e a voz de André Gonzales valorizada, a banda constrói diálogos na forma de canção. Quase como se estivesse perguntando ao fim de cada faixa se você não concorda com o que acabou de ser dito.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1974" title="moveis-01" src="http://www.popup.mus.br/wp-content/uploads/2009/05/moveis-01.jpg" alt="moveis-01" /></p>
<p>É um repertório que já garante a eles, fácil, pelo menos uma das três primeiras posições entre os melhores discos lançados este ano, mesmo sabendo a quantidade da novidades programadas para o segundo semestre. A sequência de hits &#8220;<strong>Lista de Casamento</strong>&#8221; / &#8220;<strong>O Tempo</strong>&#8221; / &#8220;<strong>Cão-Guia</strong>&#8220;, descarrega energia bruta e traz uma maturidade sonora até então nunca experimentada nesse contexto dos festivais onde o Móveis nasceu. Elas trazem o resumo de tudo que aconteceu e são as que dão mais segurança para arriscar essa futurologia. Dá para ouvir e vislumbrar que o naipe de metais parou de correr, mas a fanfarra continuou.</p>
<p>O Móveis encontra o equilibro entre esses dois mundos, o gravado e ao vivo, sem medo de usar efeitos e recursos que delimitam o disco como uma experiência totalmente própria e a parte. &#8220;<strong>Café com Leite</strong>&#8221; e &#8220;<strong>Para manter ou mudar</strong>&#8221; são dois desses &#8220;momentos fone de ouvido&#8221; que podem causar estranhamento aos antigos fãs. No entando, &#8220;C_mpl_te&#8221; não é sobre encontrar aquela mesma banda que é vista no palco, mas sim um produto derivado daquela apresentação. Encontrar um novo ponto de vista sobre uma banda que tem uma identidade tão forte está entre os grandes prazeres desse disco.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1975" title="moveis-02" src="http://www.popup.mus.br/wp-content/uploads/2009/05/moveis-02.jpg" alt="moveis-02" /></p>
<p>Mas talvez a maior contribuição desse trabalho sejam as provas que ele dá que o formato álbum não se esgotou. O Móveis não conseguiria existir em termos de audição individualizada apenas com um ou dois singles. Toda a obra se completa e, com pouco de otimismo, ao fazer isso dá direções para onde deve rumar a música popular brasileira em termos de longo prazo. Dá para baixar de graça no site da Trama, mas esse é para aguardar um pouco mais e comprar.</p>
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		<title>March to Sickness &#8211; A Brazilian Tribute to Mudhoney</title>
		<link>http://www.popup.mus.br/2009/04/27/march-to-sickness-a-brazilian-tribute-to-mudhoney/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 19:35:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Discos]]></category>
		<category><![CDATA[Autoramas]]></category>
		<category><![CDATA[Detetives]]></category>
		<category><![CDATA[Lucy and the Popsonics]]></category>
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		<category><![CDATA[mudhoney]]></category>
		<category><![CDATA[Vamoz]]></category>
		<category><![CDATA[Walverdes]]></category>

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		<description><![CDATA[É fascinante como o Brasil, mesmo recebendo shows de produções gigantescas, de diversas bandas lendárias, teve seu sua cena rock afetada, controversamente, pela passagem de bandas menores no circuito dos Estados Unidos. Talvez porque nessas passagens o contato com o público e outros grupos tenha sido mais forte. Mas desde a primeira vez que nomes [...]]]></description>
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<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1926" title="mark-arm" src="http://www.popup.mus.br/wp-content/uploads/2009/04/mark-arm.png" alt="mark-arm" /></p>
<p>É fascinante como o Brasil, mesmo recebendo shows de produções gigantescas, de diversas bandas lendárias, teve seu sua cena rock afetada, controversamente, pela passagem de bandas menores no circuito dos Estados Unidos. Talvez porque nessas passagens o contato com o público e outros grupos tenha sido mais forte. Mas desde a primeira vez que nomes como o <strong>Mudhoney</strong> e <strong>Man or Astroman</strong> passaram por aqui que fizeram surgir, no rastro, novas bandas, novos festivais e até mesmo novas cenas. Fazer um tributo a alguma delas, portanto, só parecia parte natural do processo.</p>
<p><strong>March to Sickness</strong>, que está sendo lançado pela <strong>Monstro Discos</strong>, tem além dessa justificativa, os 20 anos de formação da banda, a turnê de volta que o ícone grunge Mark Arm e o Mudhoney fez pelo Brasil em outubro passado e as ações de comemoração de 10 anos do selo. Foi a quarta vez que a banda passou pelo país e, coincidência ou não, todas as outras vezes (2001, 2005 e 2007) marcaram transformações na cena independente. Seja estéticamente, quando uma nova geração rock lançava as primeiras gravações em 2001, ou em termos de mercado, quando a Associação de Festivais Independentes se formou em 2005.</p>
<p>Teorias de conspiração a parte, o<strong> </strong>Mudhoney ficou umbilicamente ligada a cena brasileria. Quase como uma daquelas bandas amigas, só que mais velha e com aparições mais raras ao longo do ano. E, nesse processo, acabou influênciando uma série outras menores bandas do país. Como o <strong>Walverdes</strong>, que abre esse tributo com <strong>Suck You Dry</strong>, primeiro single do disco &#8220;<strong>Piece of Cake</strong>&#8220;, que foi lançado um ano antes da banda gaúcha ganhar vida. Mas as conspirações são mesmo a parte no repertório que segue mais livre.</p>
<p>O mais legal do March to Sickness é que cada banda mostrou como uma música do Mudhoney ficaria se tivesse sido criada por eles. Um desavisado acharia que <strong>Poisoned Water</strong> era mesmo do <strong>MQN</strong>, ou que <strong>Well Well Song </strong>é uma baladinha eletrônica do <strong>Lucy and the Popsonics</strong>. Nesse clima, a melhor de todas fica com o <strong>Autoramas</strong>, que fizeram um versão space rock para <strong>In&#8217;n'Out of Grace</strong>, seguido pela <strong>Vamoz</strong>, com um rock on-the-road para <strong>Pokin&#8217; Around</strong>, que transforma a gaita em guitarra em uma versão quase épica.</p>
<p>Também chama atenção os paulistas <strong>Detetives</strong>, cantando em <strong>Blinding Sun</strong> em espanhol. Além da arte do disco, um tributo inteiro a parte, assinada por &#8220;Márcio Mechanics&#8221;, que canta uma das versões mais clássicas do Mudhoney em todo o repertório, <strong>Here Como Sickness</strong>. O CD já está nas lojas em formato digipack, o que dá ainda mais charme ao pacote completo.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1926" title="mudhoney" src="http://www.popup.mus.br/wp-content/uploads/2008/10/mudhoney1.jpg" alt="" /></p>
<p>É claro que não dá para forçar a barra e dizer que a geração inteira daquele começo até hoje tem referências diretas ao Mudhoney. As versões de  <strong>Pitty </strong>e da já finada <strong>The Sinks</strong> são distantes demais e parecem muito mais experiências próprioas com os pais do grunge apenas como pretexto para tocar algo novo. Já as paulistas <strong>Holger </strong>e <strong>Debate</strong> levam essa idéia ao extremo e a associação já fica impossível. Mas talvez esses pontos de vistas totalmente alienigenas sejam a parte mais rica desse tributo.</p>
<p>O Mudhoney não deu origem a um &#8220;grunge brasileiro&#8221;, já que qualquer tentativa para esse lado puxou direto dos canônes <strong>Nirvana</strong> e <strong>Pearl Jam</strong>, mas acrescentou peso e atitude nas bandas que surgiram ao longo dos anos 90. Agora é esperar que os heróis dessa nova geração também se tornem bandas amigas, com voltas sempre repetidas pelo Brasil. Fico pensando aqui qual será o tributo que vamos ouvir no final da próxima década.</p>
<p>A foto que abre o post é de <a href="http://www.flickr..com/photos/daigooliva" target="_blank">Daigo Oliva</a></p>
<p><strong>Para ouvir |</strong> Vamoz &#8211; Pokin&#8217; Around<br />
[See post to listen to audio]</p>
<p><strong>Para comprar | </strong><a href="http://www.monstrodiscos.com.br/loja/product_info.php?products_id=481&amp;osCsid=ea557c6fad20bb3fc26329edbba8d923" target="_blank">Monstro Discos</a></p>
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		<title>Vamoz &#8211; Damned Rock n&#8217;Roll</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Feb 2009 16:30:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Discos]]></category>
		<category><![CDATA[Recife]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>
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		<description><![CDATA[Talvez essa seja uma associação baseada demais em experiências pessoais, mas não consigo ouvir as músicas de Damned Rock n’Roll, o segundo disco da Vamoz, e não pensar que são canções solitárias. A ausência do baixo nunca é compensa por guitarras graves, o que sempre reforça temas melancólicos como o de “You are Right”, que [...]]]></description>
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<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1812" title="vamoz-capa" src="http://www.popup.mus.br/wp-content/uploads/2009/02/vamoz-capa.png" alt="vamoz-capa" width="430" height="430" /></p>
<p>Talvez essa seja uma associação baseada demais em experiências pessoais, mas não consigo ouvir as músicas de <strong>Damned Rock n’Roll</strong>, o segundo disco da <a href="http://www.vamoz.net" target="_blank"><strong>Vamoz</strong></a>, e não pensar que são canções solitárias. A ausência do baixo nunca é compensa por guitarras graves, o que sempre reforça temas melancólicos como o de “<strong>You are Right</strong>”, que abre o repertório. “Este é o rock, ele nos fez livre” é uma exaltação a própria condição da banda, o que me dá um pouco de conforto em pensar que minha suspeita sobre um disco solitário não seja apenas reflexo meu como interlocutor.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1671" title="vamoz" src="http://www.popup.mus.br/wp-content/uploads/2009/02/vamoz.jpg" alt="vamoz" /></p>
<p>Porque naquele ofurô da década de 90 tiveram algumas bandas que navegaram sentido contrário. Decidiram trocar as alfaias por ainda mais guitarras e seguir cantando em inglês. Mas apenas a Vamoz levou isso realmente a sério. Talvez a solidão se encontre ai, enquanto eles cavavam sozinhos um pequeno espaço na parede sonora de Pernambuco, abrindo espaço para surgir algumas das bandas mais legais nessa primeira década. A sensação de que o trio não estava confortável na condição de heróis da resistência aparece escondida em trechos como “looks like everybody’s talking about you” e “hype music is a bogus show”.</p>
<p>Mas Damned Rock n’Roll não é sobre mensagens secretas ou entrelinhas. É uma constante auto-afirmação ao amor pelo rock. O gênero é um tópico tão recorrente nas canções quanto a própria frustração pelo amor não correspondido ou desencontrado. Eles aparecem como antagonistas aqui, com uma canção que diz “found me crying deeply” e “I got snow reminding me how I miss you dear” em oposição a “the Sonic Youth is here today” e claro, a grande máxima da banda, “rock n’roll saved my soul again”.</p>
<p>Esse misto de fúria e desolação chega a um ponto em comum na música que dá nome ao disco. Nela, quem escuta é deixado a sua própria interpretação, enquanto a batalha entre as guitarras segue as coordenadas da bateria sem nenhuma letra ou voz de acompanhamento. É quando todas as referências sonoras que passaram pelas canções são reunidas, mostrando como a Vamoz consegue processar tanto o folk rock e o hard rock sem se transformar em um frankstein desorientado.</p>
<p>Nesse embate entre a desilusão do amor e a paixão ardente pelo rock, talvez a última vença. Já que passadas as sensações em jogo, percebe-se que Damned Rock n’Roll não é um projeto solitário. Do quarto membro escondido, Felipe Vieira, que assina quase todas as letras, ao encarte recheado de logomarcas de diferentes estúdios, diferentes selos e até instituições de ensino, percebe-se o coro que se juntou para dar voz a este segundo disco da Vamoz. Esse ensaio de indústria, a sintonia dessa cooperação toda, é coisa rara de ser vista em uma cidade como Recife.</p>
<p>Talvez seja essa sintonia que defina a Vamoz com a banda de rock mais importante em atividade na cidade. Que coloque o trio Marcelo Gomão, Henrique Müller e Pedro Henrique como &#8211; com o perdão da repetição &#8211; heróis da resistência da cena local. Esse disco carrega o DNA de bandas como Sweet Fanny Adams, Amp e The Keith, que começam a dar nova vida a um Recife que passou muito tempo sob o regime do regionalismo.</p>
<p>Lançado em 2007, Damned Rock and Roll acaba de ser liberado totalmente para download pela banda. Tem um faixa a faixa no site oficial, mas eu reuni todas aqui em um único arquivo para quem quiser baixar o pacote completo. Lembrando que essa é apenas metade da experiência do “rock danado” (como Gomão sempre enfatiza). O disco original vem ainda com um DVD, com uma apresentação ao vivo da banda em show acústico, batizada de &#8220;Vamoz na Montanha&#8221;, um documentário sobre a gravação do disco, além de clipes e extras.</p>
<p><!--download id="47"--></p>
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		<title>The Playboys &#8211; Chega de Niilismo</title>
		<link>http://www.popup.mus.br/2008/12/27/the-playboys-chega-de-niilismo/</link>
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		<pubDate>Sun, 28 Dec 2008 06:51:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Discos]]></category>
		<category><![CDATA[The-Playboys]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu sempre vou ter dificuldade ao situar o The Playboys em um contexto específico das cenas de Recife. Eles datam daquela época esquisita das bandas de colégio quando eu estava no colégio, tocando em shows com os extintos a longo tempo Malkavianos e Jack in the Box, até criando contato com uma geração seguinte, com [...]]]></description>
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<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1473" title="playboys" src="http://www.popup.mus.br/wp-content/uploads/2008/12/playboys.jpg" alt="playboys" /></p>
<p>Eu sempre vou ter dificuldade ao situar o<strong> The Playboys</strong> em um contexto específico das cenas de Recife. Eles datam daquela época esquisita das bandas de colégio quando eu estava no colégio, tocando em shows com os extintos a longo tempo <strong>Malkavianos</strong> e <strong>Jack in the Box</strong>, até criando contato com uma geração seguinte, com a Play Damião (que mais tarde se transformaria na Mombojó). Era um tempo em que punk rock parecia algo realmente sério na cidade e, daquela turma, eles começaram a aparecer nos panfletos com o<strong> Fogo Morto</strong> e <strong>Proletários</strong>, naquelas tardes esquisitas em que o Galetus Bar (que mais tarde se transformaria no Garagem) se divida entre shows, mostras de fanzine e bate papos sobre comunismo e fanzine (!!).</p>
<p>E mesmo remetendo a o que agora já é tanto tempo, eles continuam uma banda contemporânea. Foram por um tempo o suporte aos shows de <strong>Wander Wildner</strong> no Recife, fizeram história com o hit &#8220;<strong>Paulo André não me Ouve</strong>&#8221; e até entraram na lista de apelos de <strong>Lúcio Ribeiro</strong> por uma escalação no <strong>Tim Festival</strong>. Não chegou a tanto e durante esse período seguiram a risca do agir localmente e pensar globalmente. Cantaram sobre coisas tão particulares do Recife, como as garotas do Burburinho e o próprio produtor do <strong>Abril Pro Rock</strong>, que foram compreendidos em todo o país.</p>
<p>Agora eles lançam um disco novo chamado &#8220;<strong>Chega de Niislismo</strong>&#8220;. Não traz tantas novidades assim, mas registra oficialmente algumas músicas que aparecem em seus shows já algum tempo. Particularmente, senti falta de mais letras de João Neto, que é de longe um dos compositores mais inteligentes do rock pernambucano. Reflexo do momento da banda, já que ele está morando em São Paulo terminando um doutorado em Filosofia (pode ser mestrado e eu me confundi). Tem participação de Wander.</p>
<p>Mas, mesmo nas antigas, os Playboys continuam contemporâneos. Eles disponibilizaram tudo para download no site oficial da banda. Ou você pode pegar o disco aqui mesmo.</p>
<p><!--download id="42"--></p>
<p>O link vai para o site do Playboys. Não estou hospedando o arquivo (já avisando, caso eventualmente o link pare de funcionar)</p>
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