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Oficina de videoclipes de graça

A Bahia tem uma boa tradição em videoclipes. Esse ai da Pitty, da música Memórias, foi dirigido por Alexandre “Xanxa” Guena e Ricardo Spencer e ganhou um prêmio Multishow e um VMB. Antes de serem uma dupla premiada, eles ainda dirigiram clipes do Pelvs, Cigarretes e toda uma antiga geração indie do Brasil. Fora, claro, das próprias bandas baianas. Não é por acaso que a cidade tem sua própria mostra competitiva de clipes, com direito até a Marina Person na apresentação e Carlinhos Brown no público da última edição.

xanxa

Agora, Xanxa – essa figura da foto acima – ministra uma oficina totalmente gratuita de videoclipes, batizada de “Geração Bit“. Com duração de três meses, vão passar desde outros realizadores bem cotados, caso do próprio Spencer, como pensadores do formato clipe, caso do pesquisador Arlindo Machado. Só a oportunidade de contato com esse pessoal já é grande coisa, mas quem fizer a oficina, que tem 96h de duraçã0, ainda receberá uma verba para produzir, em grupo, cinco videoclipes de algum artista local.

Os critérios de escolha dos 15 selecionados, assim como as bandas que serão trabalhadas, estão todos explicados no blog oficial da oficina. Onde também tem o formulário para inscrição que, por sinal, vai até dia 30 deste mês.

Sobre a Oficina de Jornalismo e Música

Na quinta-feira começa a oficina sobre Jornalismo e Música que eu vou ministrar na Conteúdo Criativo. E tanto parece que ainda tem umas poucas vagas disponíveis – corre lá – como também a formação já de uma segunda turma. Para quem foi esperto e pegou a estréia, fica a novidade: a primeira turma vai fazer um exercício de cobertura na primeira noite do festival No Ar: Coquetel Molotov, como encerramento especial da oficina. E, sim, isso significa entrada garantida no show.

Como não custa reforçar:

Para adiantar um pouco, a música pop é só um recorte saudável para o debate. Algo que compreende ao surgimento do blues e do rock nos Estados Unidos até o que está acontecendo hoje em dia. O que já é MUITA coisa, mas deixa de fora música clássica e a idéia de que essa possa ser uma oficina de teoria da música. A idéia é abordar questões mais gerais comuns ao texto de música no jornalismo, começando com alguns principios básicos e com aulas sempre construidas em cima de questionamentos. Não é nenhuma aula de fórmulas, até porque isso não existe.

Abaixo, o anúncio completo da oficina:

Período
11 a 19 de setembro (4ª, 6ª, 2ª, 4ª e 6ª)

Horário das aulas
18h30 às 21h30

Carga horária
15 horas

Investimento
R$ 220

Informações
(81) 3076 0380
(81) 9666 0688
(81) 9686 0446
Ou pelo email oficina@conteudocriativo.com.br

Bruno Nogueira
Mestre em comunicação e especialista em Jornalismo e Critica Cultural. Trabalhou durante 2005 e 2008 como critico de musica do jornal Folha de Pernambuco. Antes disso também foi do Jornal do Commercio e, atualmente, é repórter de cultura do Diário de Pernambuco. Colaborou com as revistas Continente Multicultural e Coquetel Molotov e é um dos colaboradores do site RecifeRock. Representou Pernambuco na formação do portal Overmundo, capitaneado pelo etnomusicologo Hermano Vianna. Durante esse período, cobriu os festivais Abril Pro Rock, Recbeat, Goiânia Noise, Bananada, Mada, DoSol, Porão do Rock e Tim Festival. Fez curadoria de bandas independentes para o Abril Pro Rock em 2008 e para a Prefeitura do Recife no projeto Pátio do Rock. Foi professor de Indústria Fonográfica, no curso de Produção Fonográfica da Faculdade Barros Melo (Aeso) e das disciplinas de Teorias de Comunicação e Jornalismo Impresso no curso de jornalismo da instituição.

Conteúdo programático
Períodos estéticos da musica pop; cenas e movimentos musicais; indústria fonográfica; cadeia produtiva da musica; teoria da recepção; jornalismo opinativo; resposta social; cauda longa; crítica cultural; teoria do agendamento; cobertura de shows e festivais; entrevistas e perfis; resenha e critica de discos e música.

Jornalismo e Música

Em setembro eu vou ministrar uma oficina sobre Jornalismo e Música na Conteúdo Criativo. Vai servir como laboratório para amadurecer um pouco mais minhas idéias para o doutorado e, claro, debater um monte de coisas que ando lendo últimamente. Surpreendentemente (porque eu nem sabia que tinha começado a divulgação), algumas pessoas me perguntaram um pouco sobre como serão as aulas.

Para adiantar um pouco, a música pop é só um recorte saudável para o debate. Algo que compreende ao surgimento do blues e do rock nos Estados Unidos até o que está acontecendo hoje em dia. O que já é MUITA coisa, mas deixa de fora música clássica e a idéia de que essa possa ser uma oficina de teoria da música. A idéia é abordar questões mais gerais comuns ao texto de música no jornalismo, começando com alguns principios básicos e com aulas sempre construidas em cima de questionamentos. Não é nenhuma aula de fórmulas, até porque isso não existe.

Abaixo, o anúncio completo da oficina:

Período
11 a 19 de setembro (4ª, 6ª, 2ª, 4ª e 6ª)

Horário das aulas
18h30 às 21h30

Carga horária
15 horas

Investimento
R$ 220

Informações
(81) 3076 0380
(81) 9666 0688
(81) 9686 0446
Ou pelo email oficina@conteudocriativo.com.br

Bruno Nogueira
Mestre em comunicação e especialista em Jornalismo e Critica Cultural. Trabalhou durante 2005 e 2008 como critico de musica do jornal Folha de Pernambuco. Antes disso também foi do Jornal do Commercio e, atualmente, é repórter de cultura do Diário de Pernambuco. Colaborou com as revistas Continente Multicultural e Coquetel Molotov e é um dos colaboradores do site RecifeRock. Representou Pernambuco na formação do portal Overmundo, capitaneado pelo etnomusicologo Hermano Vianna. Durante esse período, cobriu os festivais Abril Pro Rock, Recbeat, Goiânia Noise, Bananada, Mada, DoSol, Porão do Rock e Tim Festival. Fez curadoria de bandas independentes para o Abril Pro Rock em 2008 e para a Prefeitura do Recife no projeto Pátio do Rock. Foi professor de Indústria Fonográfica, no curso de Produção Fonográfica da Faculdade Barros Melo (Aeso) e das disciplinas de Teorias de Comunicação e Jornalismo Impresso no curso de jornalismo da instituição.

Conteúdo programático
Períodos estéticos da musica pop; cenas e movimentos musicais; indústria fonográfica; cadeia produtiva da musica; teoria da recepção; jornalismo opinativo; resposta social; cauda longa; crítica cultural; teoria do agendamento; cobertura de shows e festivais; entrevistas e perfis; resenha e critica de discos e música.