A revolta do Acaju
Semestre passado, durante uma disciplina que eu dei na graduação da UFBA, um aluno perguntou “professor, você só conhece jornalista ruim, né?”, de tanto exemplo que eu trazia na aula. Mas eu tive que explicar que o abusrdo já fazia de certa forma parte da profissão, por mais grosseiro que certas coisas soassem. E agora, a Época, da editora Globo, descobriu com atraso maior do que já foi permitido que o jornalismo cultural brasileiro – inclusive o praticado por ela própria – é preguiçoso e retardado ao ponto extremo da vergonha alheia.
